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A Fascinante Jornada do Amor e do Sexo: Da Caverna ao Smartphone

Foto do escritor: Sol MoraesSol Moraes

Hoje, convido vocês uma jornada fascinante através da história do amor e do sexo que vai fazer seu queixo cair.

O amor e o sexo são elementos fundamentais da experiência humana, moldando culturas, sociedades e indivíduos ao longo dos milênios. Compreender a evolução desses conceitos nos ajuda a entender melhor nossas próprias relações e a sociedade em que vivemos. Preparem-se para descobertas surpreendentes e reflexões profundas sobre como esses conceitos moldaram nossa sociedade, vamos explorar como o amor e o sexo evoluíram desde que éramos caçadores-coletores até a era do Tinder. 

  

Pré-História: As Raízes do Comportamento Sexual Humano.

 

Nossa jornada começa há cerca de 300.000 anos, com o surgimento do Homo sapiens. Embora não tenhamos registros escritos desse período, evidências arqueológicas e estudos antropológicos nos fornecem insights valiosos:

  • Amor à Primeira Pedrada? Nossos ancestrais estavam mais preocupados em não virar jantar de um tigre dente-de-sabre do que em encontrar sua "alma gêmea". Mas isso não significa que eles não tinham seus momentos de romance à moda da Idade da Pedra!

  • Os primeiros humanos provavelmente viviam em grupos pequenos, com relações sexuais relativamente livres entre os membros.

  • Estudos genéticos sugerem que a monogamia não era a norma. O antropólogo Bernard Chapais, em seu livro "Primeval Kinship" (2008), argumenta que nossos ancestrais praticavam uma forma de "monogamia serial" com períodos de poligamia.  A monogamia não era necessariamente a norma, com muitas sociedades praticando a poligamia ou a poliandria. 

  • A arqueóloga Timothy Taylor, em "The Prehistory of Sex" (1996), propõe que o sexo tinha funções sociais além da reprodução, incluindo a formação de alianças e a resolução de conflitos.

  • Rituais sexuais eram comuns, muitas vezes ligados à fertilidade e à adoração de deusas da fecundidade. Evidências de arte rupestre, como as Vênus paleolíticas, sugerem uma fascinação precoce com a fertilidade e a sexualidade.

  • Nos primórdios da humanidade, as relações afetivas e sexuais eram provavelmente mais instintivas e menos reguladas socialmente do que são hoje. 

 

A antropóloga Helen Fisher sugere em seu livro "Anatomy of Love" que o amor romântico pode ter evoluído como um mecanismo para focar a atenção em um parceiro específico, aumentando as chances de sobrevivência da prole, como um truque da natureza para manter os pais juntos o tempo suficiente para criar um bebê. Esperto, não? 

No entanto, é importante lembrar que o "amor" como o entendemos hoje provavelmente não existia nessa época.


Curiosidade:

Arqueólogos encontraram em 2007, na República Tcheca, duas estatuetas de 30.000 anos representando um casal se abraçando. Parece que o amor já estava no ar (ou na pedra) desde muito cedo!

 

Antigas Civilizações: Diversidade de Perspectivas


Quando falamos de amor na antiguidade, muitos de nós imaginamos histórias românticas dignas de Hollywood. Mas a realidade era bem diferente. Vamos dar uma olhada mais de perto.


Egito Antigo


O Egito Antigo nos oferece uma visão fascinante e complexa do amor e do sexo. No Egito Antigo, o amor e o sexo eram intrinsecamente ligados à religião e à política:

Surpreendentemente, os antigos egípcios também viam o amor como uma espécie de doença. O termo "mer", que significa tanto "amor" quanto "doença", sugere que eles reconheciam o poder perturbador do amor.

 

  • No "Papiro de Chester Beatty I" (cerca de 1200 a.C.), encontramos poemas de amor que descrevem sintomas físicos do amor, como falta de apetite e insônia, semelhantes aos de uma doença.

  •  O mito de Ísis e Osíris, documentado por Plutarco em "Sobre Ísis e Osíris", retrata um amor que transcende a morte, influenciando profundamente a cultura egípcia. A deusa Ísis era associada ao amor e à fertilidade, e sua história de amor com Osíris era central na mitologia egípcia.

  • O Papiro de Turim (cerca de 1150 a.C.) contém representações explícitas de práticas sexuais, sugerindo uma atitude mais aberta em relação ao sexo. O sexo era visto de forma positiva, inclusive em contextos religiosos.

  • O casamento era comum, mas não necessariamente monogâmico para a realeza.

  • A historiadora Joyce Tyldesley, em "Daughters of Isis" (1994), destaca que as mulheres egípcias tinham direitos legais significativos, incluindo o direito ao divórcio e à propriedade.


Curiosidades: 

  • Um papiro médico egípcio de 1850 a.C. recomendava testes de gravidez envolvendo grãos de trigo e cevada regados com a urina da mulher. Se os grãos germinassem, ela estaria grávida. Surpreendentemente, testes modernos mostraram que esse método tinha 70% de precisão!

  • Um antigo feitiço de amor egípcio instruía: "Você aquecerá o coração dela com amor por mim, como o fogo aquece o alcatrão." Parece que até os faraós precisavam de uma ajudinha no departamento do amor!

 

Grécia Antiga

 

A Grécia Antiga nos presenteou com algumas das reflexões mais profundas e duradouras sobre o amor. 

Acreditem se quiser, mas na Grécia Antiga, o amor romântico também era frequentemente visto como uma forma de loucura ou doença. A poetisa Safo descrevia o amor como uma "doença amarga e doce". Em um famoso fragmento, ela descreve: "Minha língua se quebra, um fogo sutil corre sob minha pele, meus olhos não veem nada, meus ouvidos zumbem."

 Não era exatamente o cenário romântico que imaginávamos, não é?

 

  • Platão, em "Fedro", descreve o amor como uma forma de loucura divina. Ele argumenta que esta "loucura" pode elevar a alma e nos aproximar dos deuses.

  • O historiador grego Plutarco escreveu: "O homem que está apaixonado está efetivamente possuído por um deus, e não está mais em seu juízo perfeito." Imaginem considerar o amor como uma espécie de possessão divina!

  • Os gregos tinham vários termos para diferentes tipos de amor: Eros (paixão), Philia (amizade profunda), Agape (amor incondicional), Storge (amor familiar), entre outros.

  • Eros, o deus do amor, era visto como uma força poderosa e às vezes perigosa. Em "Antígona" de Sófocles, o coro canta: "Eros invencível na batalha, Eros que cai sobre nossa propriedade... Nenhum dos imortais pode fugir de ti, nem nenhum dos homens efêmeros."

 

Platão e o Amor Espiritual

 

Agora, nem tudo era tão "sem graça" assim. Platão, o famoso filósofo grego, tinha uma visão bem diferente do amor. Segundo Platão, o amor verdadeiro não era sobre atração física, mas sobre a conexão entre almas. Era uma ideia bem profunda para a época, não acham?

 

  • O conceito de "amor platônico" como o conhecemos hoje é uma interpretação posterior das ideias de Platão. Em "O Banquete", Platão apresenta várias visões do amor, incluindo a famosa história das almas gêmeas.

  •  Aristóteles via o amor mais pragmaticamente, enfatizando a importância da amizade (philia) nos relacionamentos duradouros.

  • O sexo era visto de forma mais pragmática. Era comum que homens tivessem relações sexuais fora do casamento, enquanto as esposas eram esperadas para serem fiéis.

 

Curiosidade:

O filósofo Diógenes, conhecido por seu comportamento excêntrico, supostamente praticava atos sexuais em público, argumentando que se não há nada de errado em comer em público, também não deveria haver em satisfazer outros apetites naturais!

 

Roma Antiga

 

Em Roma, o amor e o sexo eram frequentemente vistos através das lentes do poder e da utilidade social.


  • O casamento em Roma era primariamente um arranjo social e político, especialmente entre as classes altas. Isso não impedia os romanos de buscarem amor e paixão fora do casamento.

  • A história de amor entre Marco Antônio e Cleópatra é um exemplo clássico de como o amor podia influenciar a política romana. Seu romance acabou tendo consequências dramáticas para o Império Romano.

  • O poeta Ovídio escreveu extensivamente sobre o amor. Em sua obra "A Arte de Amar", ele oferece conselhos práticos sobre sedução e relacionamentos, refletindo as atitudes romanas em relação ao sexo e ao romance.

  • Catulo, outro poeta romano, escreveu apaixonadamente sobre seu amor turbulento por uma mulher que ele chama de "Lésbia" em seus poemas. Seus versos capturam a intensidade e a dor do amor não correspondido.

  • Os romanos tinham uma visão mais aberta da sexualidade do que muitas sociedades modernas. A homossexualidade masculina era amplamente aceita, embora com certas restrições sociais.

  • Prostituição era legal e regulamentada. Algumas prostitutas, conhecidas como "cortesãs", eram altamente educadas e respeitadas por sua inteligência e habilidades artísticas, além de seus serviços sexuais.

 

Curiosidade:

O imperador Cláudio era conhecido por seu amor profundo por sua esposa Messalina. No entanto, ela o traiu notoriamente, chegando ao ponto de se casar secretamente com outro homem enquanto Cláudio estava fora de Roma. Quando descobriu, Cláudio foi forçado a ordenar sua execução, demonstrando o conflito dramático entre amor, dever e política na Roma antiga.

 

Índia Antiga


Na Índia antiga, o amor e o sexo eram vistos como partes integrais da vida e da espiritualidade.

A Índia antiga oferece uma perspectiva única sobre amor e sexualidade:

 

  • O Kama Sutra, compilado por Vatsyayana por volta do século 3 d.C., é muito mais do que um manual sexual. Ele aborda ética, estética e a arte de viver.

  • O conceito de Tantra, desenvolvido entre os séculos 5 e 9 d.C., via o sexo como um caminho para a iluminação espiritual.

  • A mitologia hindu está repleta de histórias de amor divino, como a de Krishna e Radha.

  • A estudiosa Wendy Doniger, em "The Hindus: An Alternative History" (2009), argumenta que a atitude indiana em relação ao sexo era muito mais aberta antes da influência colonial britânica.


Curiosidade:

Na tradição tântrica indiana, existia uma prática chamada "maithuna", onde casais realizavam rituais sexuais elaborados que podiam durar horas ou até dias. O objetivo não era o orgasmo, mas sim alcançar um estado de consciência elevada através da união sexual prolongada e meditativa.

 

China e Japão Antigos


No Extremo Oriente, o amor e o sexo eram frequentemente vistos através das lentes do equilíbrio e da harmonia:

 

  • Na China antiga, textos médicos como "Su Nu Jing" (c. 400 a.C.) descreviam técnicas sexuais para promover a saúde e a longevidade.

  • No Japão do período Heian (794-1185), "O Conto de Genji" de Murasaki Shikibu retratava complexas relações amorosas na corte imperial.

  • Na China antiga, o conceito de Yin e Yang se aplicava também às relações sexuais, vistas como uma troca de energias.

  • O Taoísmo via o sexo como uma prática para alcançar a longevidade e a saúde.

  • No Japão antigo, o "Shudo" era uma forma de relacionamento entre um samurai mais velho e um mais jovem, semelhante à pederastia grega.

  • O sinologista Robert van Gulik, em seu livro "Sexual Life in Ancient China", descreve como os manuais sexuais chineses enfatizavam o prazer mútuo e a importância do orgasmo feminino.


Curiosidades:

Durante o período Edo (1603-1868) no Japão, existia uma classe de artistas conhecidos como "shungas", que criavam gravuras eróticas extremamente detalhadas. Curiosamente, essas obras eram frequentemente usadas como presentes de casamento, supostamente para educar os recém-casados sobre sexo.

Na China da dinastia Song (960-1279), havia um costume peculiar chamado "cai pu", onde mulheres competiam para ter os pés mais pequenos possíveis através da prática de enfaixamento. Pés minúsculos eram considerados extremamente eróticos, a ponto de homens beberem vinho de taças moldadas no formato dos pés de suas amantes.

 

Idade Média: O Surgimento do Amor Cortês


A Idade Média, longe de ser apenas uma "era das trevas", foi um período de contrastes fascinantes no que diz respeito ao amor e à sexualidade. Imagine-se caminhando pelas ruas estreitas de uma cidade medieval, onde o aroma de especiarias se mistura ao cheiro de estrume, e os sussurros de amantes secretos competem com os sermões dos pregadores de rua.

A Igreja Católica exercia um controle enorme sobre a vida cotidiana, incluindo os assuntos do coração e do corpo. O sexo era visto primariamente como um meio para a procriação, não para o prazer, como detalhado por James Brundage em "Law, Sex, and Christian Society in Medieval Europe" (1987).Curiosamente, os teólogos medievais debatiam questões como:

 

  • Se era pecado fazer amor aos domingos ou durante a quaresma.

  • Se determinadas posições sexuais eram mais pecaminosas que outras.

  • Se o prazer sexual excessivo, mesmo dentro do casamento, poderia condenar a alma.

 

Um manual de penitência do século XI prescrevia punições específicas para diversos "pecados sexuais":


  • 7 anos de penitência para o adultério

  • 3 anos para a masturbação

  • 15 anos para o incesto


Mas não se enganem! Isso não significa que as pessoas não faziam sexo por prazer. Os registros históricos mostram que a realidade era bem mais complexa do que as regras oficiais sugeriam.

 

Apesar das restrições oficiais, a realidade era mais complexa. O historiador Jacques Rossiaud, em "Medieval Prostitution" (1988), mostra que a prostituição era comum e até regulamentada em muitas cidades medievais.


  • Enquanto a Igreja pregava a castidade, a nobreza cultivava o conceito de "amor cortês". Este ideal romântico celebrava o amor apaixonado, geralmente entre um cavaleiro e uma dama casada de posição superior. 

  • A Idade Média viu o surgimento de novas ideias sobre o amor, foi só na Idade Média que as coisas começaram a ficar mais "românticas" como conhecemos hoje. O conceito de amor cortês surgiu por volta do século XII na região da Provença, na França.  Era um amor impossível, não consumado, que servia mais como um exercício de virtude e refinamento social do que uma relação real. Bem diferente do que vemos nos filmes medievais, não é?

  • O historiador Georges Duby, em seu livro "Idade Média, Idade dos Homens", descreve o amor cortês como um jogo social elaborado, onde o cavaleiro idolatrava uma dama (geralmente casada e de posição social superior) de forma platônica e idealizada.

 

Curiosidades sobre o amor cortês:


  • Os trovadores compunham canções elaboradas de amor não correspondido.

  • O "código" do amor cortês incluía manter o relacionamento em segredo.

  • A consumação física do amor era frequentemente vista como menos importante que a devoção espiritual.


Apesar dos ideais elevados, a realidade era muitas vezes brutal. Os casamentos arranjados eram a norma entre a nobreza, com algumas noivas tendo apenas 12 anos de idade. As mulheres tinham poucos direitos legais, e a violência doméstica era comum e amplamente aceita.

 

No entanto, documentos históricos revelam que o amor verdadeiro não era incomum:

  • Cartas de amor sobreviventes mostram casais expressando profunda afeição.

  • Testamentos frequentemente incluíam presentes tocantes para cônjuges amados.

 

Curiosidade:

Em algumas regiões da Europa medieval, existia uma prática chamada "bundling" ou "tarrying", onde casais não casados eram permitidos dormir juntos na mesma cama, mas totalmente vestidos e separados por uma tábua de madeira. Isso permitia intimidade sem contato sexual, uma forma de namoro aprovada pela comunidade.

 

Século XVIII


Finalmente chegamos ao século XVIII, e com ele, o surgimento do amor romântico como o conhecemos hoje. O conceito de amor romântico, como o entendemos hoje, surgiu bem tarde na história.

 

  • O historiador Lawrence Stone, em "The Family, Sex and Marriage in England 1500-1800" (1977), argumenta que o casamento por amor só se tornou um ideal no século XVIII.

  • A Revolução Industrial, o aumento da alfabetização e a ascensão da classe média criaram as condições para que o amor romântico florescesse. Pela primeira vez na história, as pessoas começaram a esperar que o casamento fosse baseado em afeto mútuo e atração sexual.

  • O filósofo Alain de Botton, em "On Love" (1993), sugere que o ideal do amor romântico criou expectativas irrealistas que ainda afetam os relacionamentos modernos.

  • Romances como "Pamela" de Samuel Richardson (1740) popularizaram a ideia de casamento por amor.

 

Curiosidade:

Mary Wollstonecraft, feminista pioneira do século XVIII, viveu um romance apaixonado com o filósofo William Godwin. Eles só se casaram quando ela ficou grávida, para evitar o escândalo. Sua filha? Nada menos que Mary Shelley, autora de "Frankenstein"!

 

 Aspectos Políticos e Religiosos do Amor Romântico e da Monogamia

 

A evolução do amor romântico e da monogamia tem raízes profundas na política e na religião:

 

  • O sociólogo Stephanie Coontz, em "Marriage, a History" (2005), argumenta que a monogamia foi promovida por estados antigos como uma forma de controle social.

  • O cristianismo, especialmente após Santo Agostinho (354-430 d.C.), enfatizou a monogamia e condenou o sexo fora do casamento.

  • A Reforma Protestante no século XVI elevou o casamento a um status sagrado, influenciando profundamente as atitudes ocidentais em relação ao amor e ao sexo.


A promoção do amor romântico e da monogamia teve consequências complexas:

 

Vantagens:

  • Estabilidade social e familiar

  • Maior investimento parental na prole

  • Redução de conflitos relacionados à competição sexual

 

Desvantagens:

  • Repressão de desejos sexuais naturais

  • Estigmatização de relacionamentos não-tradicionais

  • Pressão social para se conformar a um ideal muitas vezes irrealista

 

Século XX: Revolução Sexual e Novos Horizontes

 

O século XX viu uma explosão de mudanças nas atitudes em relação ao amor e ao sexo.

 

  • A pílula anticoncepcional, introduzida nos anos 1960, revolucionou a vida sexual das mulheres.

  • O movimento pelos direitos LGBTQ+ começou a ganhar força, desafiando as normas tradicionais de relacionamento.

 

Curiosidade:

Em 1972, a revista "Cosmopolitan" publicou o primeiro nu masculino em uma revista feminina mainstream. A edição esgotou em poucas horas!

 

O Amor e o Sexo Hoje: Desafios e Evolução

 

E aqui estamos nós, navegando o amor e o sexo com smartphones em mãos. No mundo contemporâneo, estamos testemunhando rápidas mudanças nas atitudes em relação ao amor e ao sexo:

 

  • A tecnologia transformou a forma como as pessoas se encontram e se relacionam, com aplicativos de namoro criando novas dinâmicas sociais. Apps de namoro transformaram a forma como conhecemos potenciais parceiros. O Tinder, lançado em 2012, já gerou mais de 55 bilhões de matches!

  • A pandemia de COVID-19 nos forçou a repensar intimidade e conexão, com um aumento no namoro virtual e nos relacionamentos à distância.

  • Há maior aceitação da diversidade sexual e de gênero, com reconhecimento legal de casamentos entre pessoas do mesmo sexo em muitos países.

  • Novas formas de relacionamento, como o poliamor e os relacionamentos abertos, estão ganhando visibilidade e aceitação.


Curiosidade:

Em 2017, um homem hackeou o Tinder usando inteligência artificial para automatizar suas interações. Ele acabou com mais de 10.000 matches!

 

Conclusão: O Legado Histórico nos Relacionamentos Modernos

 

A jornada do amor e do sexo através da história humana deixou marcas profundas em nosso comportamento e sociedade:


  • Ciúme, monogamia, posse: essas emoções e conceitos que achamos "naturais" têm raízes profundas na nossa história cultural e biológica.

  • A ideia de amor romântico é relativamente nova, mas se tornou incrivelmente poderosa em nossa cultura.

  • Sexo sempre foi importante, mas seu significado social mudou drasticamente ao longo do tempo.


Olhando para o futuro, podemos esperar:

  • Maior aceitação de diversos tipos de relacionamentos.

  • Tecnologia continuando a transformar como nos conectamos e amamos.

  • Desafios em equilibrar nossos instintos evolutivos com nossas realidades sociais modernas.

 

No fim das contas, parece que quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas. Continuamos buscando conexão, intimidade e, sim, aquela faísca de paixão que nossos ancestrais das cavernas também sentiam.


 Lembre-se: seja lá como você ama, você está participando de uma tradição tão antiga quanto a própria humanidade. Então, ame com todo seu coração, respeite seus parceiros, e quem sabe? Talvez você esteja escrevendo o próximo capítulo dessa incrível história de amor humana!e aproveitem cada momento!

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